O Super WiLL
Todo mundo tem um poder

Anteriormente em O Super Will:

- Hoje nós somos a gangue de preto.
 - Não acha que eu não falo com você porque eu não gosto de você, tá. Não pensa essas coisas de mim.
- Não me deixa sozinho, porra!
- Não sei, só sei que foi assim.
- Anota meu telefone, vamos combinar alguma coisa.
- Nossa, como você tá bonitão!
- To meio mal, trabalhando muito, agora to formado né?!
- Rapaz, não faz assim que depois você vai ter que pedir água.
- To muito bêbado, amigo!
- Meu namorado tá vindo me buscar, a gente tem cinco minutos.

Pode ser pelo tempo que faz, mas atualmente vejo meus pais em todos os lugares. Como não os vejo desde janeiro, pode ser um sintoma da saudade. Mas é verdade. E vendo-os a todo momento, me dá um orgulho tão grande deles! Sempre acabo encontrando-os nas pessoas mais humildes, mais simples, naquelas que batalham de todas as formas pra ter uma vida melhor e possibilitar aos filhos mais conforto.
Fico observando as pessoas na academia e na balada e fico perplexo com a falta de respeito que todo mundo tem. E no meio dessa divagação toda, tenho certeza que sou uma pessoa muito melhor por causa deles. Porque toda essa simplicidade, essa humildade e essa determinação me faz vê-los a todo momento e tratar todo mundo como se estivesse tratando os dois.

 

Anteriormente, em O Super Will:

- Você não sabia que eles estavam juntos? Faz semanas!
- Eu te conheço de quando eu trabalhava na lanchonete. Você não lembra?
- Fala pra ele que ele tá na balada errada, que quem ele quer tá no centro, não aqui.
- Me beija de novo?
- Ow, você tá muito cuzão, não sai mais com a gente, não aparece mais em casa...
- Um dia espero que você entenda como você é importante pra mim. Sinto muito sua falta.
- Sixteen, sixteen, sixteen minutes left better get it done...
- Boa sorte na cidade nova, viu, se cuida e se precisar de mim, estou aqui.
- Saudades de você, cabrito.
- Me arrisco a dizer que faço tudo por você.

Conversei com um amigo na semana passada e chegamos à conclusão de que blogs são sempre depressivos. Eu discordei, mas argumentei que podia ser, pois só tinha vontade de escrever quando as coisas não estavam dando certo. Depois disso, fiquei me vigiando pra não vir aqui apenas reclamar. Mas como a gente faz quando só consegue ver esse lado da nossa vida? Ou melhor, quando esse lado é o mais interessante para se colocar num blog?
Ontem a noite eu me dei conta de que realmente uma imagem vale mais que mil palavras. E que somente os nossos olhos conseguem nos mostrar coisas que não percebíamos. Se algo não vai como você gostaria que corresse, apesar de tudo conspirar a favor, é porque ela simplesmente não tem possibilidade de acontecer. Então, se alguém não está com você quando poderia estar, é porque tem outra pessoa na parada. E não há dor maior do que quando seus próprios olhos constatam isso.

 

Anteriormente, nas últimas temporadas de O Super Will:

- Estou terminando porque eu não consigo conceber estar com você e não estar inteiro do seu lado.
- Estou triste e feliz ao mesmo tempo, porque sei que se estão me nomeando, é porque definitivamente você não volta.
- Estamos escolhendo você porque temos plena confiança no seu trabalho e em tudo que você já realizou aqui.
- A sua honestidade é uma coisa linda.
- Como você me perde um pessoa assim? Liga agora, marca um jantar e fala tudo que você tá sentindo.
- Eu acho que você tem medo de se envolver.
- Essa promoção é muito mais que merecida.
- Amigos dizem "eu te amo".
- Hoje eu não posso ficar com você porque primeiro eu preciso pôr a minha cabeça no lugar, e você sabe que tem outra pessoa dentro dela.
- Cadê o meu cafa favorito?
- O maior problema é quando o conquistador se apaixona.
- Eu transei ontem a noite. E não usei camisinha...
- Às vezes eu me arrependo de ter ficado com você. Pelo menos, talvez seríamos bons amigos.
- Por favor, vai embora senão eu não vou conseguir te deixar ir nunca.

Essa é a sexta temporada. Será que os pontos vão se amarrar até o final?